fbpx

“Foram motivos funcionais que motivaram abstenção”, afirma Emília

“Foram motivos funcionais que motivaram abstenção”, afirma Emília

 

A vereadora Emília Corrêa (Patriota) esclareceu, em recente entrevista ao portal JL Política, que seu posicionamento em relação à abstenção da eleição da Mesa Diretora da Câmara Municipal de Aracaju (CMA) foi meramente por motivos funcionais, nada além disso.

Segundo a parlamentar, que fez questão de citar alguns pontos que contribuíram para sua decisão, a abstenção se deu por vários motivos.
“Me abstive seguramente. Além da falta da disposição de outras chapas, foram quatro anos na Câmara, com a mesma gestão. Outro ponto negativo, ao meu entender, foi a falta de ética no sentido do não cumprimento do regimento. Não vi, na última gestão, transparência e igualdade”, destacou.

Ainda de acordo com a oposicionista, a imprensa sergipana tem facilidade junto a Casa Legislativa, e as informações internas antes mesmo que os próprios vereadores e como representantes legais dos aracajuanos (as), deveriam ter conhecimento primeiro.
“Esse é mais um motivo que se engloba aos funcionais sob o comando e atuação do presidente. Não é que deva esconder da mídia, só acho que temos o direito de ter acesso primeiro. Vale ressaltar que quando me refiro a atuação, separo a presidência, da pessoa do presidente Josenito Vitalle (PSD”, declarou.

E, por fim, disse que não concorda com perpetuação do poder na Câmara e em qualquer outro Poder isso justificou a também a posição pela abstenção e fato da falta alternância.
“Chapa única é estranho. Acho muito importante essa alternância e não nos foi permitido. Durante quatro anos conhecendo o sistema da Casa e as quebras do regimento, me abstendo não fiquei em cima do muro, tive sim posicionamento”, finalizou.

 

Ascom

📸Gilton Rosas

Compartilhar este post